O calendário de manutenção que evita a obra grande

Sete verificações com data marcada. Nenhuma demora um dia, e juntas adiam a intervenção pesada por anos.
A manutenção não compete com a obra grande: adia-a. Um edifício com um calendário cumprido chega aos vinte anos a precisar do que outro precisa aos doze.
Duas vezes por ano, antes e depois do Inverno: caleiras, tubos de queda e ralos de terraço. É a verificação com melhor relação entre o tempo que leva e o que evita.
Uma vez por ano: silicones de vãos exteriores, estado da pintura em fachada exposta, e funcionamento das grelhas de ventilação. Os três anunciam problemas antes de os causarem.
De dois em dois anos: juntas de dilatação, remates de cobertura e fixações metálicas exteriores, sobretudo perto do mar.
De cinco em cinco anos: revisão da instalação eléctrica e ensaio da rede de águas. Não é obrigatório em habitação, mas é o que separa uma substituição programada de uma emergência a meio de Agosto.
O custo anual de tudo isto, numa moradia, fica abaixo do que custa uma única reparação de infiltração feita à pressa.

